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Hazul

Revista Arte + Cultura | 02 Mai 2016

A CIDADE ENQUANTO TELA

Desenhos, mensagens, assinaturas inscritas em paredes ou muros, os graffitis são uma prática ancestral que implica uma intervenção no espaço público. Utilizando um suporte que não foi pensado para essa finalidade, o graffiter risca ou pinta ilicitamente, participando da cidade ao acrescentar-lhe uma paisagem feita de uma linguagem visual, mais ou menos artística, que se torna parte da coletividade. Atualmente, o grafito é um fenómeno cultural que surgiu como forma de arte urbana em finais da década de 50 do século XX antes de ser acolhido pela cultura do hip hop nos anos 70: os desenhos de letras, de mensagens, de tags – pseudónimos do escritor de graffiti –, que tinham aparecido nas paredes do Metro de Nova Iorque, espalharam-se pelas ruas, com os edifícios a adquirirem, a contragosto, novas fachadas repletas de grafismos que rapidamente evoluíram para estéticas expressões artísticas. Também com Hazul foi assim que aconteceu: tendo começado a traçar tags e letras pelos muros da cidade no final dos anos 90 inserido no movimento hip hop que o Porto se via obrigado a acolher, Hazul começou a questionar essa opção, fazendo o seu trabalho evoluir para o desenho a spray de figuras humanas e de imagens sinuosas e cativantes.

(…)

Publicado na ROOF 2


Texto: Paula Monteiro
Fotos: Orlando Fonseca

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