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Saraiva + Associados

Revista Arquitetura | 06 Set 2016

ARQUITETURA "GLOCAL"

 

Está entre os 100 melhores gabinetes de arquitetura do mundo e a expansão que tem vindo a desenhar faz-se de forma equilibrada, consistente, numa base de consolidação da presença internacional. Miguel Saraiva, CEO e Leader Architect da Saraiva + Associados, traduz na primeira pessoa os projetos e as linhas que definem uma equipa multidisciplinar, com mais de 100 pessoas, que abraça o mundo ao mesmo tempo global e local. 

 

12 anos depois do início da internacionalização, a Saraiva + Associados está presente em 14 países, em quatro continentes. É importante a noção de proximidade para o desenvolvimento de uma arquitetura de valor? Porquê? 

A S+A pauta-se pelo rigor técnico e conceptual, com um grande acompanhamento local, desde o conceito à finalização da obra. A aliança destes conceitos à experiência adquirida nas diversas áreas de especialização permite-nos desenhar soluções à medida das necessidades dos mercados onde operamos. Deste modo, o atelier ganhou uma identidade muito forte, demarcando-se como uma marca global, o que trouxe necessariamente uma agilidade e um conhecimento para lidar com os desafios de novos mercados e de uma concorrência à escala mundial.
Com ateliers instalados em mercados estratégicos da Ásia, América Latina, África e Europa, a S+A está a desenvolver um know-how local, reforçando cada vez mais a sua experiência numa esfera internacional. 

 

Qual é, no seu entender, a principal questão que inquieta os jovens que abraçam hoje a prática da arquitetura? 

Como todos os arquitetos dizem a arquitetura é 10% inspiração, 90% transpiração. É raro cruzarmo-nos com clientes que nos permitam o tempo que gostaríamos para projetar. A oferta/procura de projetos desequilibrou-se e isto deu aos clientes a possibilidade de quererem muito mais, com maior qualidade e por muito menos dinheiro. A diminuição de negócios, o menor fluxo de capital, a vulnerabilidade crónica dos empregos tornaram-se assim as inquietações dos tempos modernos, transversais, claro está, a quase todas as áreas de negócio. Hoje, os jovens têm muito menos oportunidades reais, têm a obrigação de olhar para esta atividade de uma forma global, têm que procurar um mercado. Faz parte do novo paradigma. Estão preparados para esta modalidade, é uma característica desta nova geração.
(...)

Publicado na ROOF 4

 

@Edifício Residencial Conde Mozer, Monte do Estoril, Portugal

@Condomínio Del Mar Village, Olhão, Portugal

@Edifício Sede da Polícia Judiciária, Lisboa, Portugal

@Edifício Sede da Polícia Judiciária, Lisboa, Portugal

@Sede Tagus Gás, Cartaxo, Portugal

@Hospital Beatriz Ângelo, Loures, Portugal

 

Texto: Cátia Fernandes

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