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Zaha Hadid

Revista Arquitetura | 04 Mai 2016

ESTRUTURAS PARA O FUTURO

 

Arquiteta de edifícios orgânicos e futuristas, criadora de estruturas curvilíneas e fluidas, inventora de objetos nos quais o experimentalismo da obra arquitetónica encontra eco, designer, pintora, cenógrafa, Zaha Hadid é autora de uma profusão de construções, matérias e substâncias que desafiam a noção tradicional de geometria e de geografia.Nascida em Bagdad, em 1950, Zaha Mohammad Hadid cresceu num dos primeiros edifícios da capital iraquiana de linhas e volumes inspirados na Bauhaus, escola de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda fundada em 1919. Anos mais tarde, licencia-se em Matemática na Universidade Americana de Beirute, mas o curso não a completa e decide mudar-se para Londres para frequentar a Architectural Association School of Architecture.
Tendo começado a trabalhar autonomamente em 1979, Zaha Hadid batalhou durante anos para que os seus projetos desafiadores ultrapassassem os desenhos e as maquetes. Mais de uma década depois a arquiteta viu tornar-se concreto um projeto seu, o edifício do IBA Housing de Berlín, concluído em 1993. Seguia-se, em 1994, a Estação de Bombeiros Vitra, também na Alemanha, tendo o sucesso da sua carreira explodido meteoricamente a partir de então. São exemplos notáveis da sua expressão o MAXXI: Museu Nacional Italiano das Artes do Século XXI em Roma (2009), o tão mediático London Aquatics Centre para os Jogos Olímpicos de 2012 (terminado em 2011) ou o Heydar Aliyev Centre, em Baku (2013). Edifícios como o Rosenthal Center for Contemporary Art, em Cincinnati (2003), e a Guangzhou Opera House, na China (2010), são interpretados como obras transformadoras da imagem do futuro, com a criação de conceitos espaciais definidos por um progressismo latente tanto no design, como na escolha dos materiais e no processo construtivo.
Curiosa pelo mundo, Zaha Hadid revelava um interesse que cobria diferentes áreas. A sua preocupação residia em promover o interface entre a arquitetura, o paisagismo e a geologia, abordagem presente em todo o seu trabalho e na forma como foi capaz de interpretar a morfologia dos lugares. Em 2004, Zaha Hadid tornava-se a primeira mulher a ser agraciada com um Pritzker da Arquitetura, o prémio máximo atribuído a um arquiteto pela importância da obra desenvolvida.

(…)

Publicado na ROOF 2

Texto de Cátia Fernandes e Paula Monteiro
Fotos: Mary McCartney, Hufton + Crow Photographers

 

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