Archi Summit

REDESCOBRIR ARQUITETURA

 

A arquitetura envolve-nos e surge em cada recanto. Durante dois dias, em Lisboa, a arquitetura foi rainha e o centro das atenções, no Archi Summit. Sob a icónica pala do Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, reuniram-se arquitetos e entusiastas da área, assim como 28 empresas de diversos produtos/técnicas de construção. Esta terceira edição do Archi Summit, que se destacou por se realizar na capital, contou também com a maior instalação efémera de cortiça do mundo, com um conceito liderado pelo arquiteto Manuel Aires Mateus e pelo estúdio SAMI, e material disponibilizado pela Amorim Isolamentos.
Bruno Moreira, à frente da organização do Archi Summit, refere que um dos objetivos do Archi Summit é “surpreender a cada edição”, que o evento não fique preso ao conceito conferência/exposição.
Um dos aspetos que mais surpreendeu Aitor Fuentes e Igor Urdampilleta, do estúdio Arquitetura G, foi este ser um evento ao ar livre, tendo ficado também satisfeitos com os convidados presentes no Archi Summit. Por seu lado, Jan de Vylder, do gabinete De Vylder Vinck Taillieu, considera que o Archi Summit pareceu ser “um mix bem sucedido entre o mundo de fazer e construir, e o mundo da arquitetura”. Um mundo que tem como principal desafio, na opinião de De Vylder, “a vida”, porque o importante é a forma como se vivenciam os espaços.
A terceira edição deste evento dedicado à arquitetura foi um “ano de redescoberta”, segundo Bruno Moreira, por se realizar em Lisboa – portanto “fora da zona de conforto”, o Porto – e contou com nomes como Pascal Flamer, Arquitetura G, Jan de Vylder, Johannes Norlander, Nuno Brandão Costa, Barbas Lopes e Valerio Olgiati.
Moreira salientou, ainda, que o volume de inscrições foi “bastante interessante” – entre “750 e 800 arquitetos”.

 

 

 

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