FOGO

De alma e coração.



No FOGO, o conceito é simples e, ao mesmo tempo, muito complexo. Foi ali que Alexandre Silva, o chef do restaurante LOCO, quis envolver quem ali entra numa atmosfera única, onde o fogo é o elemento central. O espaço, cujo projeto de arquitetura é de João Tiago Aguiar, reergue-se das chamas e cada pormenor conta – dos candeeiros, em mármore de Estremoz, que se assemelham a brasas incandescentes, às plantas que fazem lembrar uma floresta que renasce das cinzas, à lenha nas prateleiras. É um local com 60 lugares, onde tudo é cozinhado a partir do fogo.




Este restaurante, na Avenida Elias Garcia, em Lisboa, tem uma carta singular, que muda quase todos os dias, trabalhando-se com as matérias-primas que chegam dos pequenos produtores. Assim, a experiência que se tem no FOGO é sempre um pouco diferente, mas garantidamente sempre de excelência. No dia em que visitámos o FOGO pudemos experienciar o Tártaro de Vaca Minhota com Ovo Fumado e a Couve Flor com Emulsão de Ovas de Rodovalho, duas entradas que nos deixaram com expectativas ainda mais altas. A Raia na Grelha com Molho de Manteiga e Alho, com esmagada de batata, desfazia-se na boca e a Vazia de Vaca Minhota com Estufado de Feijão e Salada comprovou a mestria daqueles que, ali, trabalham o fogo. Terminámos com o Pão de Ló de Alfarroba e o Leite Creme de Alecrim, o final perfeito.




A experiência que se tem no FOGO é sempre um pouco diferente, mas garantidamente sempre de excelência



Texto
Inês Mendes
Fotografia
Philippe Simões

Web
FOGO

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